The domain name life cycle

Internet, Tutoriais February 15th, 2010

When you buy a domain name from a registrar, you are usually given the option to specify how many years you want to register it for. After that, you can transfer your name to a web hosting company that will either build and host your website, or just host it.

When you “buy” a domain name, you’re actually just leasing it for the period of time you paid for when you registered it. As that period nears its end, a series of stages occurs which ends in the domain name being “deleted”.
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Building Scalable Databases: Denormalization, the NoSQL Movement and Digg

Tendências, Tutoriais September 15th, 2009

Database normalization is a technique for designing relational database schemas that ensures that the data is optimal for ad-hoc querying and that modifications such as deletion or insertion of data does not lead to data inconsistency.

Database denormalization is the process of optimizing your database for reads by creating redundant data. A consequence of denormalization is that insertions or deletions could cause data inconsistency if not uniformly applied to all redundant copies of the data within the database.
Why Denormalize Your Database?

Today, lots of Web applications have “social” features. A consequence of this is that whenever I look at content or a user in that service, there is always additional content from other users that also needs to be pulled in to page. When you visit the typical profile on a social network like Facebook or MySpace, data for all the people that are friends with that user needs to be pulled in.

Or when you visit a shared bookmark on del.icio.us you need data for all the users who have tagged and bookmarked that URL as well. Performing a query across the entire user base for “all the users who are friends with Robert Scoble” or “all the users who have bookmarked this blog link” is expensive even with caching. It is orders of magnitude faster to return the data if it is precalculated and all written to the same place.

This is optimizes your reads at the cost of incurring more writes to the system. It also means that you’ll end up with redundant data because there will be multiple copies of some amount of user data as we try to ensure the locality of data.

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Top-level domain (TLD)

Tutoriais June 20th, 2009

O domínio de topo (sigla: TLD, do inglês top-level domain) é um dos componentes dos endereços de Internet. Cada nome de domínio na Internet consiste de alguns nomes separados por pontos, e o primeiro desses nomes é o domínio de topo, ou TLD. Por exemplo, no nome de domínio exemplo.com, o TLD é com (ou COM, visto que nos TLDs a capitalização é ignorada).

Os TLDs são usados em primeiro lugar com o protocolo DNS, que transforma os nomes de domínio em endereços IP. Podem dividir-se em duas classes: TLDs de código de país (ccTLDs, de country code TLDs) e TLDs genéricos (gTLDs, de generic TLDs). Os ccTLDs têm sempre duas letras e derivam do código ISO 3166-1 alpha-2, e os gTLDs têm sempre mais do que duas letras.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Dom%C3%ADnio_de_topo

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html tag: fieldset

Truques & Dicas, Tutoriais, Utils April 25th, 2009

A tag <fieldset> é usada para agrupar lógicamente elementos de um formulário.

A tag <fieldset> tag desenha uma caixa em volta dos elementos do formulário.

A tag <legend> define o título do elemento.

<fieldset >
<legend><strong>título</strong></legend>
Conteudo
</fieldset>


título
Conteúdo

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Site ou portal?

Tutoriais April 8th, 2009

As diferenças entre site, portal, hotsite e minisite.

Por Bruno Rodrigues (http://webinsider.uol.com.br/index.php/2005/04/18/site-ou-portal/)

Por vezes, dizer que o webwriter lida com o universo da informação na web é muito vago. Afinal, em que ?caixas? o texto, a imagem, a animação, o ícone e tantos outros elementos informativos da mídia digital ?moram? de fato dentro de um campo tão amplo?

Definir estes espaços é a grande dificuldade para os profissionais do webwriting ? e não sem motivo. Conceitos como portal, hotsite e até mesmo site se misturam e provocam tantas dúvidas que acabam por interferir no resultado final da boa distribuição da informação. Como adaptar um material para um hotsite, se não está claro para um produtor de conteúdo online a diferença entre hotsite e minisite?

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Scrum

Tutoriais April 7th, 2009

Scrum é um método ágil para Gestão de Projectos.

Inicialmente, o Scrum foi concebido como um estilo de gestão de projectos em empresas de fabrico de automóveis e produtos de consumo, por Takeuchi e Nonaka no artigo “The New New Product Development Game” (Harvard Business Review, Janeiro-Fevereiro 1986). Eles notaram que projectos usando equipas pequenas e multidisciplinares (cross-functional) produziram os melhores resultados, e associaram estas equipas altamente eficazes à formação Scrum do Rugby (utilizada para reinício do jogo em certos casos). Jeff Sutherland, John Scumniotales, e Jeff McKenna conceberam, documentaram e implementaram o Scrum, como descrito abaixo, na empresa Easel Corporation em 1993, incorporando estilos de gestão observados por Takeuchi e Nonaka. Em 1995, Ken Schwaber formalizou a definição de Scrum e ajudou a implantá-lo em desenvolvimento de software em todo o mundo.

Scrum junta conceitos de Lean, desenvolvimento iterativo e do estudo de Hirotaka Takeuchi e Ikujiro Nonaka.

A função primária do Scrum é ser utilizado para o gestão de projectos de desenvolvimento de software. Ele tem sido usado com sucesso para isso, assim como Extreme Programming e outras metodologias de desenvolvimento. Porém, teoricamente pode ser aplicado em qualquer contexto no qual um grupo de pessoas necessitem trabalhar juntas para atingir um objectivo comum, como iniciar uma escola pequena, projectos de pesquisa científica, ou até mesmo o planeamento de um casamento.

Mesmo que o Scrum tenha sido idealizado para ser usado em gestão de projetos de desenvolvimento de software, ele também pode ser usado para gerir equipes de manutenção, ou como uma abordagem para gestão de programas: Scrum de Scrums.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Scrum

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CobiT, ITIL e ISO27001

Tutoriais October 13th, 2008

breve descrição:

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Validar NISS (VB.Net)

Truques & Dicas, Tutoriais June 19th, 2007

Função para validar NISS, com base nos critérios deste documento (NISS.pdf)

ValidarNISS_VBNet.txt

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Funções Matemáticas e de Texto em VB.Net

Tutoriais, Utils June 19th, 2007

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Exportando de Mozilla Thunderbird para Outlook

Truques & Dicas, Tutoriais January 22nd, 2007

ThunderbirdToOutlook.png

Este manual descreve como fazer a migração de e-mail do Mozilla Thunderbird (>=1.0) para o Microsoft Outlook e Outlook Express.

A importação directa das caixas de correio do Thunderbird para o Outlook não é possível. Logo temos que usar um outro método para o fazer.

1º Passo: Exportando emails do ThunderBird para o Outlook Express

a) Primeiro temos que criar exactamente as mesma pastas no Outlook que temos no Thunderbird.

b) Depois temos que abrir a pasta de Correio (no Windows explorer) onde o Thunderbird guarda os mails (*.mbox). Eis onde podemos encontrar as pastas do Thunderbird:

No WindowsXP/2000 o directório normalmente será: %AppData%\Thunderbird\Profiles\xxxxxxxx.default\, where xxxxxxxx onde xxxxxxxx é uma palavra aleatória de 8 caracteres. Navegue até C:\Documents and Settings\[User Name]\Application Data\Thunderbird\Profiles\ e o rest será óbvio.

Note: %AppData% é um atalho para Application Data Dir. no Windows 2000/XP. PAra o usar, click Start > Run…, digite %AppData% e pressione Enter. Será colocado na pasta, que normalmente é C:\Documents and Settings\[User Name]\Application Data.

No Windows 95/98/Me, o caminho normalmente é C:\WINDOWS\Application Data\Thunderbird\Profiles\xxxxxxxx.default

No Linux, caminho normalmente é ~/.thunderbird/xxxxxxxx.default/

No Mac OS X, caminho normalmente é ~/Library/Application Support/Thunderbird/Profiles/xxxxxxxx.default/

c) Agora que estamos a ver os ficheiros *.mbox, escolhemos os que nos interessam(mas não os que têm extensão *.mfs, apenas os que não têm extensão) e copiamo-los para outra pasta no nosso disco. De seguida acrescentamos a extensão *.mbx aos ficheiros.

d) O próxima fase será fazer o download do programa freeware Mbox2Eml (http://people.freenet.de/ukrebs/mbox2eml.html ). este pequeno programa em Java vai converter os ficheiros *.mbx em *.eml para que o Outlook Express possa ler.

e) Depois de efectuar esta conversão com o Mbox2Eml uma nova pasta Inbox aparecerá, esta pasta contém todos os emails da conta do Thunderbird.. Cada email é um ficheiro *.eml diferente.

f) o próximo passo será seleccionar todos os ficheiros *.eml e arrastá-los (Drag&Drop) para a pasta inbox do Outlook Express, e voilá!!

2º Passo: Importando mails do Outlook Express para Outlook (2003)

Tudo o que é necessário fazer para importar os mails do Outlook Express para o Outlook é usar a função de importação do Outlook (File -> Import/Export).


Links:

Mbox2eml download: http://people.freenet.de/ukrebs/mbox2eml.html

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Date/Time Formats

Microsoft, Tutoriais September 12th, 2006

{0:dd.MM.yyyy} would return 04.06.2005 (date)

{0:HH:mm:ss} would return 11:21.22 (time)

pode encontrar mais documentação aqui

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Códigos e Línguas

Truques & Dicas, Tutoriais August 4th, 2006

http://www.dsv.su.se/~jpalme/ietf/language-codes.html

language-codes-ts.pdf

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Criando PDF’s com o Ghostscript em Windows

Truques & Dicas, Tutoriais May 25th, 2006

ghost64.gifgsview2.gif

Requisitos:

Configuração:

  1. instalar uma impressora PostScript (PS) por exemplo: HP 2500C Series PS3
  2. definir Porta> FILE: Imprimir para Ficheiro

Procedimentos:

  • ao imprimir seleccionar HP 2500C Series PS3 (vai gerar um ficheiro .PRN, ou se quisermos um ficheiro.PS)
  • abrir esse Ficheiro com o GhostView usar no Menu File > Convert
  • Seleccionar: Device=pdfWrite
  • dar nome ao ficheiro final (exemplo.pdf) não esquecer da estensão .PDF

et voilá.

Links relacionados:

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CD/DVD image type

Truques & Dicas, Tutoriais April 26th, 2006

  • ISO              (Generic CD images)
  • BIN              (CDRWin)
  • IMA/IMG          (Generic disk images)
  • CIF              (Easy CD Creator)
  • NRG              (Nero - Burning ROM)
  • IMG/CCD          (CloneCD)
  • MDF/MDS          (Fantom CD)
  • VCD              (Farstone Virtual Drive)
  • VaporCD          (Noum Vapor CDROM)
  • P01/MD1/XA       (Gear)
  • VC4/000          (Virtual CD)
  • VDI              (Virtuo CD Manager)
  • C2D              (WinOnCD)
  • BWI/BWT          (BlinkWrite)
  • CDI              (DiscJuggler)
  • TAO/DAO          (Duplicator)
  • PDI              (Instant Copy)

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O que é necessário para se tornar um Provedor de Internet (ISP)

Tutoriais April 11th, 2006

O que é necessário para se tornar um Provedor de Internet (ISP)

São necessárias poucas peças para se tornar um ISP. Dividindo-se a infra-estrutura de um ISP em três áreas distintas, consegue-se ver facilmente onde cada peça se encaixa.
1. Rede Central - Esta parte é responsável pela conexão com a WAN. Isso resume a Internet, sendo uma rede de redes, ela é apenas uma simples conexão entre um ISP com outro ISP.
2. Rede de Distribuição - Aqui é onde os serviços Backbone se conectam a rede de acesso. A Ethernet define o backbone do ISP e mantém tudo unido.
3. Rede de Acesso - Aqui é onde os serviços de acesso são adicionados, por exemplo, esses podem ser os Servidores de Acesso Remoto (RAS), para modems dial up ou DSL para conexões de linhas dedicadas.
A primeira peça do equipamento a se considerar é o switch Ethernet. Assim como o backbone do ISP, a Ethernet é o denominador comum que permite que equipamentos de diferentes fabricantes se interconectem. A partir do ponto de distribuição, um ISP pode adicionar serviços de acesso, assim como, largura de banda adicional.
A rede de acesso do ISP é o ponto onde os usuários se conectam ao serviço. A forma mais comum é através de modems discados. Antes, os modems de mesa e os servidores de terminal eram a forma padrão para se conectar. Hoje, com a queda de preço das linhas E1 e dos modems V.90, um único equipamento integrado oferece a melhor solução. Esse equipamento é chamado Servidor de Acesso Remoto (RAS).

O RAS se conecta à companhia telefônica local através de um linha E1, e ao switch Ethernet local. Quando os usuários fazem uma chamada para se conectar ao provedor , o RAS responderá a chamada com um de seus modems. Após conectar o usuário, o RAS pegará os pacotes IP e os enviará para a Internet.
O RAS opera da seguinte maneira:

1. Um usuário disca o número do telefone de acesso do ISP usando seu modem e o RAS responde a ligação através de um modem.
2. Após conectar os modems, inicia-se uma sessão PPP entre o usuário e o RAS.
3. Através do PPP, o RAS obtém o nome de usuário e a senha.
4. O RAS pesquisa um servidor RADIUS e autentica o usuário.
5. Sendo um usuário válido, o RAS lança automaticamente um endereço IP para o usuário e termina a configuração da conexão. O usuário está pronto para navegar pela Internet e enviar e-mails.

A próxima peça é o roteador. Ele conectará a rede do ISP ao provedor upstream. É através deste provedor que se conecta a outras redes e hosts, ou em outras palavras à Internet. O provedor upstream, nada mais é do que um ISP que se conecta diretamente à rede mundial e vende serviço de acesso a ISP’s menores alocando sub redes.
Em seguida são necessários os servidores.

Os serviços básicos que qualquer ISP precisa para prover acesso, são:

1. DNS - Resolução de nome de domínio primário/secundário

2. RADIUS - Autenticação de usuário e contas

3. WWW - Servidor Web

4. E-mail - Provedor de serviços POP3/IMAP4 e SMTP
DNS - é o método pelo qual os computadores traduzem nomes como www.blackbox.com.br em um endereço IP. Isso é feito porque todo tráfego na Internet é baseado em endereços IP e os nomes são mais fáceis para os seres humanos memorizarem.
RADIUS (Remote Authentication Dial In User Service) - Serviço de autenticação remota de usuários discados. É o protocolo de autenticação, onde um cliente, como por exemplo um RAS, requer ao servidor RADIUS a validação de um usuário. Os nomes de usuários e senhas, assim como parametros adicionais são mantidos em um banco de dados centralizado. O registrador RADIUS rastrea as transações de autorização e autenticação e captura as estatísticas de cada sessão. Existem muitos servidores RADIUS gratuitos disponíveis na Web, e muitos sistemas tarifadores ISP incorporam suporte a RADIUS em seus pacotes.
E-mail e hospedagem Web são as mais básicas e importantes partes do portifólio de serviços do ISP. Esses servidores enviam e armazenam os e-mails endereçados para os assinantes do ISP. Atualmente, a hospedagem Web é tão comum que ela é freqüentemente incluida no pacote de acesso básico. Todos os softwares necessários estão disponíveis gratuitamente na Web e normalmente vem pré-instalado com o sistema operacional. Opcionalmente, serviços de e-mail/www/FTP podem ser feitos com um servidor especial.
Todos os quatro serviços podem ser executados em um único servidor, contudo, as modernas engenharias de rede difunde a distribuição entre dois ou três servidores. Isso permite o back-up de serviços em servidores alternados. Afinal, os assinantes querem serviços 24 horas por dia sem interrupções
Como pode ser observado, hoje, a Internet representa um novo mercado de serviço de comunicação. Recurso de massa e baixo custo facilitaram a construção de um provedor de Internet. Com poucos equipamentos e alguns softwares gratuitos, ficou muito fácil montar um ISP.

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